Lá vai a poeta enxugando seus passos na areia da praia. O desatino de todo seu caminho é uma sorriso divino, profanando o dia e a noite. Sacro mesmo é o silêncio do qual tece cada palavra digitada.
Lá vai a poeta enxugando seus passos na areia da praia. O desatino de todo seu caminho é uma sorriso divino, profanando o dia e a noite. Sacro mesmo é o silêncio do qual tece cada palavra digitada.
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Lá vai a poeta enxugando seus passos na areia da praia. O desatino de todo seu caminho é uma sorriso divino, profanando o dia e a noite. Sacro mesmo é o silêncio do qual tece cada palavra digitada.
Lá vai a poeta enxugando seus passos na areia da praia. O desatino de todo seu caminho é uma sorriso divino, profanando o dia e a noite. Sacro mesmo é o silêncio do qual tece cada palavra digitada.
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